Iniciação na Zoofilia

Iniciação na Zoofilia (Foto Principal)

Algumas coisas acontecem em nossas vidas de forma tão inesperada que conseguem desviar e até mesmo mudar a nossa forma de agir ou pensar, e digo isso porque em um passado recente aconteceu um fato na minha vida que me fez mudar a forma de como eu enxergava certas coisas. Algo que nunca sequer havia passado pela minha cabeça e, muito menos feito parte de minhas mais secretas fantasias sexuais, acabou se tornando parte de mim.
Antes de relatar o fato em si, eu gostaria de tentar me descrever, pois acredito que isso possa ser importante para quem por acaso estiver lendo. Meu nome não vem ao caso, até porque se eu colocasse um nome aqui, certamente não seria o verdadeiro, então vamos ao que importa. Sou uma mulher na faixa dos 30 anos de idade dona de uma bunda bem grande e gostosa que consegue compensar a minha falta de seios grandes, tendo em geral um corpo bonito com aparência de mulher bem mais nova, o que não é nada mau para uma mulher casada e com dois filhos.
A minha iniciação na zoofilia aconteceu no carnaval, quando fomos passar o feriado com as crianças e nosso cachorro em uma casa de praia que havíamos alugado justamente para o período de carnaval. Lembro que a primeira coisa que fizemos quando chegamos lá foi dar uma volta pela orla da praia, aproveitando também para almoçar e fazer as compras de algumas coisas que iriamos precisar durante a estadia. O dia passou sem que tivéssemos percebido, e na manhã seguinte o meu marido inventou que ir com as crianças correr de kart em um circuito indoor perto da praia que tinham visto no dia anterior. Meus filhos ficaram eufóricos e toparam na hora, já eu fiquei na casa para ajeitar as coisas e as compras que tinhamos feito. Estava um calor infernal nesse dia, e após ter terminado de ajeitar as coisas dentro da casa, coloquei meu biquini para tomar um banho de mangueira no enorme quintal da casa enquanto esperava todos voltarem para irmos à praia. Aproveitei também para dar um banho no cachorro, coisa da qual eu nunca tinha feito até então por sempre deixar a cargo de um petshop, principalmente por se tratar de um cachorro grande e pesado como ele. Com a mangueira ligada, comecei a jogar água nele, que no início não gostou muito da água fria, mas logo se acalmou depois que passei a esfregá-lo com o meu próprio shampoo. Até estranhei o fato dele ter ficado tão quieto, só me dando conta do porquê daquela calmaria ao esfregar a parte de baixo dele, dando de cara com parte de seu pênis para fora. Se tivesse alguém ali por perto naquela hora eu teria ficado bastante envergonhada com aquela situação. Não sei se era aquele calor infernal do dia ou o fato de eu estar ali sozinha toda suada com o biquini já entrando na bunda, mas a partir dali eu comecei a pensar um monte de besteira, ficando hipnotizada diante daquela visão de encher os olhos com aquela coisa enorme balançando bem na minha frente da qual eu mau conseguia desviar o olhar. Continuei a esfregar, dando mais ênfase entre as patas traseiras, esbarrando as mãos de propósito para ver o que acontecia. Enquanto eu esfregava a base da capa que envolvia seu pênis ele ficava bem quieto e relaxado, como se estivesse aprovando meus toques. Depois que eu enxaguei bem para tirar todo o shampoo, dei uma boa olhada em volta para me certificar que não tinha ninguém por perto que talvez pudesse estar observando por cima do muro da casa, e então, sem nenhuma confiança e com as mãos tremendo, comecei a acariciar sua capa masturbando ele. Na hora eu pensei comigo mesma o que eu tinha na cabeça para estar ali punhetando o nosso próprio cachorro, mas não pude resistir, sendo levada por um impulso de um instinto do qual eu nem imaginava ter. A medida que eu ia punhetando, mais aquela coisa ia saindo para fora, crescendo cada vez mais na minha mão. Era bem vermelho e veiúdo, assim também como grande e imponente, aparentando estar sempre molhado e convidativo. Iniciação na Zoofilia (Foto Secundária - Direita) Acho que eu nunca quis tanto colocar uma coisa na boca, e então, em um ato de loucura, pulei para debaixo dele e comecei a chupar aquela coisa. Aquilo não parava de esguichar um liquido que eu presumia ser porra, da qual ele enchia a minha boca daquilo, sendo tanta que escorria pelo canto da boca. Eu nunca tinha sentido tanto tesão chupando um pau, fazendo com gosto e vontade, mas a minha alegria acabou quando, por um descuido ou excesso de vontade, meu dente encostou de leve em seu sensível pênis, o que fez ele dar um pulo e se afastar de mim, levando junto com ele a minha diversão.
Passado o calor do momento, enquanto eu me molhava com a mangueira, bateu uma certa culpa que me fez sentir meio que envergonhada de mim mesma, então passei a me lavar na esperança de tentar me livrar daqueles pensamentos sujos na cabeça, mas a minha buceta acusava todo o prazer que eu havia sentido, se encontrando completamente melada por dentro do biquini, chegando até a grudar. Acabei me masturbando ali mesmo durante o banho de mangueira, gozando como há tempo não fazia.
As coisas esquentaram bastante a noite entre eu e meu marido, que até estranhou o fato de eu estar tão fogosa e entusiasmada daquele jeito, me fazendo até sentir culpada pelo fato dele não fazer ideia do que eu tinha feito mais cedo com o nosso cachorro. Transei como se estivesse no cio, chegando ao orgasmo justamente na posição de quatro. Teria isso já sido um sinal ou somente mera coincidência? Fiquei com essa dúvida na cabeça, mas confesso que durante toda a transa eu não conseguia parar de pensar no maldito do nosso cachorro, e como seria se fosse ele no lugar do meu marido.
Passado o carnaval, do qual eu aproveitei bastante com a minha família sem qualquer outra recaída com o cachorro, tratei de encarar aquilo como uma loucura de carnaval no calor do momento. Segui com a vida normalmente como era antes do carnaval, mas a cadela no cio dentro de mim não ficaria adormecida por muito tempo. Tudo parecia estar se repetindo, porém desta vez eu sabia que não me contentaria só em chupar aquela delícia de pau, querendo ele todo dentro de mim. Sozinha em casa, nem precisei me segurar ou bancar a comportada para me oficializar como a nova cadela do lar. Eu não fazia a menor ideia do que aconteceria, mas achei que ficando pelada de quatro na frente dele, ele faria o resto. A minha buceta parecia inchada a espera de um macho para apagar meu fogo, e quanto mais eu engatinhava de quatro pela sala, mais a minha buceta roçava entre as pernas me deixando com mais tesão ainda. Descontrolada do jeito que eu tava, se o nosso cachorro não me comesse ali naquela hora, acho que eu teria coragem suficiente de sair e cruzar com o primeiro vira-lata que encontrasse na rua. Não demorou muito para alguma coisa acontecer, pois pelo estado em que a minha buceta se encontrava, ela atrairia qualquer coisa, de tão molhada que estava. Eu podia sentir ele se aproximando, e no momento que encostou seu focinho em mim, me limpando com a sua língua comprida, eu me estremeci toda, empinando ainda mais a bunda. Ele lambia de uma forma incrível, e sua saliva deixava a minha buceta ainda mais lambusada. Eu gozei varias vezes no focinho daquele cachorro safado, chegando até a pensar que talvez ele pudesse estar retribuindo o meu boquete do carnaval. Depois disso ele voltou a tentar montar em mim como havia feito no jardim, só que com mais vontade e de forma mais estabanada, conseguindo mais me arranhar do que acertar o buraco. Me recompus tantando guiar com uma das mãos a ponta de seu pênis, que como uma bala entrou com tudo me arregaçando toda. Ele começou a bombar aquela coisa dentro de mim em uma velocidade absurda, e a cada bombada eu sentia aquilo crescendo me estufando toda. Nada era capaz de descrever aquele momento, do qual pude entender o verdadeiro significado de ser cadela, sendo tudo que eu queria naquele momento era justamente cruzar e ser fecundada por aquele macho. Após ele encher a sua fêmea de porra e terminar seu dever de macho, ele começou a ficar inquieto tentando se desprender de mim, e nessa hora senti que eu fosse partir ao meio. É até difícil explicar porque, apesar da dor que aquilo me causava, ao mesmo tempo me proporcionava uma incrível sensação de prazer diferente de tudo que eu já tinha sentido até então. Me mantive firme servindo ao meu macho reprodutor, e se precisasse eu ficaria ali quietinha acolhendo seu instrumento de prazer o quanto fosse necessário, estando tão entregue e envolvida naquela luxúria interespécie que eu nem me lembrava mais ter marido e filhos. Enquanto ele forçava para se livrar de sua fêmea já inseminada, nada poderia se feito, a não ser torcer para que a minha buceta continuasse em seu devido lugar fazendo parte do meu corpo. Iniciação na Zoofilia (Foto Secundária - Esquerda) Meu macho reprodutor judiou de mim, e em meio aos meus gritos abafados pela almofada do sofá da sala, ele conseguiu se desprender, me deixando toda suja de lado. Após isso ele se afastou de mim ficando quietinho e recluso em um canto do outro lado da sala lambendo o próprio pau todo melado misturado aos meus fluidos, enquanto eu fiquei jogada no chão toda arregaçada e arranhada com a buceta ainda escorrendo o sêmem do meu macho. Ainda meio desnorteada depois da surra de pau que eu tinha levado, me levantei para lamber as feridas e seguir com a vida, naquela hora já completamente mudada.
O que acabei de contar foi uma história verídica de como foi a minha primeira experiência sexual com o nosso cachorro, que continuou depois disso. Meu marido nunca soube ou desconfiou de nada da minha vida dupla de cadela até hoje, só estranhando um pouco o aumento do meu apetite sexual na cama, que obviamente nunca reclamou. Não vou negar que no início eu me sentia bastante culpada pelo que fazia, principalmente quando pensava no meus filhos, mas acabei chegando a conclusão de que isso se trata de uma necessidade quase que fisiológica minha, e nada que eu faça com o nosso cachorro, ou ele faça comigo, vai me fazer menos mãe ou esposa.

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Vida de Cadela

Vida de Cadela (Foto Principal)

Para as pessoas do meu convívio social, do portão para fora de casa eu sou conhecida por ser uma mulher recatada e bem sucedida, tanto profissional como financeiramente. Já do portão para dentro, para os meus cachorros, sou uma verdadeira cadela no cio, onde ninguem desconfia o que acontece lá dentro, sendo este o meu maior segredo. Eu levo uma vida dupla dentro e fora de casa, atingindo o ápice sexual com cachorros sendo a única fêmea da matilha, da qual sou disputada e subjugada por três enormes machos bem dotados, onde cumpro com prazer a minha função de fêmea reprodutora estando sempre a disposição e pronta para ser montada. O meu fetiche é justamente me portar como cadela, me pondo a andar de quatro completamente nua pelo enorme quintal da casa, balançando o rabinho e fazendo xixi na grama para sentirem o meu cheiro de fêmea no cio, tendo inclusive até uma tigelinha de água e uma coleira com o meu nome. Vida de Cadela (Foto Secundária - Direita)
Com três machos para só uma fêmea, pequenas brigas territoriais com um rosnando para o outro são quase que inevitáveis, onde os machos me disputam na esperança de quem irá conseguir me fecundar primeiro, e assim espalhar seus genes. Por mais absurdo e selvagem que isso possa parecer, é justamente essa selvageria que desperta a cadela dentro de mim e aguça os meus instintos mais primitivos, me deixando toda molhada e pronta para receber o macho dominante da vez. Sem nenhuma outra cadela no pedaço para disputar os machos comigo, eu não tenho que me preocupar com o ímpeto sexual deles, estando todos sempre famintos sexualmente e prontos para me inseminarem, precisando só que eu me comporte direitinho como uma boa cadela e não ofereça nenhuma resistência, ficando passiva de quatro com a bunda bem empinada para me associarem a uma cadela de verdade para então me pegarem de jeito. Nem sempre o macho alfa maior e mais forte monta primeiro, e isso favorece os mais rápidos e espertos, que sabem bem como aproveitar as oportunidades me fazendo cadela da mesma forma ao ocuparem a vaga do macho dominante que não foi rápido o suficiente. Ou seja, eu nunca escolho, mas sim sou escolhida, sendo previamente disputada. Além disso, quando eu tiro a roupa e fico de quatro, já não tenho mais nenhum controle sobre eles, não passando de uma presa sexual ou carne fresca, e não mais dona. Vida de Cadela (Foto Secundária - Esquerda)
A sensação de prazer que eu sinto no momento da cópula é avassaladora, onde sinto o fluxo intenso do sêmen de outra espécie a inundar meu útero, me preenchendo e prendendo junto a um enorme e delicioso pênis capaz de coverter até mesmo a mais pura e recatada das mulheres na mais suja e depravada das cadelas. Quando terminam de inserir o sêmen dentro de mim, sei que logo serei deixada de lado pelo macho da vez, já que ambos cumpriram suas funções, sendo a minha de fêmea reprodutora e a dele de macho reprodutor. Termino sempre estirada no chão, exausta e satisfeita, com sêmen canino vazando de dentro de mim e sendo lambida pelos outros machos que não tiveram a mesma sorte de conseguir copular primeiro. Nessa hora me sinto rebaixada, mas não no sentido pejorativo da palavra. Talvez a palavra mais apropriada seja rendida, por me sentir dominada e domada. Acredito que a pratica da zoofilia na minha vida, além de todo o prazer que me proporciona, sirva também como uma forma de escape, sendo o ponto de equilíbrio entre meu lado recatada e discreta fora dos portões de casa, e primitivo e selvagem do portão para dentro.

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Câmera Escondida

Câmera escondida (Foto Principal)

O meu emprego como representante comercial de uma grande marca sempre exigiu que eu viajasse muito, o que obviamente sempre fez com que eu ficasse mais tempo na estrada viajando do que em casa com a minha linda esposa. No início do nosso casamento isso não era um problema, pois aparentemente conseguiamos lidar bem com essa situação, mas com o passar do tempo as coisas foram ficando estranhas, principalmente depois que ela começou a trabalhar como dog walker cuidando de cachorros levando eles para passear, onde comecei a desconfiar que eu pudesse estar sendo traído, e talvez até por um desses seus clientes donos dos cachorros que ela levava para passear. Câmera Escondida (Foto Secundária - Direita)
O primeiro indício foi o sexo, que cada vez mais parecia esfriar, parecendo sempre que ela fazia mais por obrigação do que por vontade, e o segundo indício foi que, nos dias que antecediam as minhas viagens, eu passei a notar uma certa ansiedade e excitação por parte dela, ao contrário da tristeza que demonstrava no início do casamento. A princípio tratei como paranóia de minha parte, mas algo dentro de mim dizia que aquilo não estava certo, e que alguma coisa poderia estar acontecendo na minha ausência. Este sentimento de incerteza de estar sendo traído já estava me deixando louco, a ponto de me fazer nem conseguir trabalhar direito pensando na possibilidade da minha linda esposa estar me traindo naquele momento. Pelo bem da minha sanidade, as coisas não poderiam continuar daquele jeito, mas sempre que eu a questionava na tentativa de conseguir tirar alguma coisa dela, ela se esquivava dizendo estar tudo bem e que me amava mais do que tudo, coisa que eu já não conseguia mais acreditar.
Em uma de minhas viagens eu tive a oportunidade de comprar micro câmeras com sensor de movimento, que acionavam começando a filmar sempre que captavam algum tipo de movimento. Eu sabia que não seria 100% eficaz, tendo em vista que ela poderia estar me traindo em qualquer outro lugar fora de casa, mas se fosse este o caso, pelo menos eu saberia o que se passava dentro da nossa própria casa enquanto eu estava fora. Sendo assim, sem ela perceber, instalei várias câmeras escondidas em pontos estratégicos da casa, e depois disso tudo o que eu fiz foi esperar para literalmente ver o resultado.
Eu poderia ter imaginado tudo, e de certa forma imaginei, menos o que eu vi nas imagens das câmeras. Como eu havia pressentido, de fato a minha esposa estava mesmo me traindo, mas não era com nenhum de seus clientes donos de cachorros como eu pensava, e sim com os próprios cachorros! Eram cenas espaçadas onde na maior parte do tempo nada acontecia, mostrando ela fazendo as coisas do dia-a-dia, mas as imagens das câmeras mostravam que a minha esposa havia transformado a nossa casa em uma espécie de centro de reprodução para cachorros, onde a única cadela reprodutora era ela.
Foram instaladas quatro câmeras: uma no nosso quarto de casal, uma no outro quarto de visitas, uma na sala, e outra no banheiro. As câmeras nos quartos não pegaram nada, o que de certa forma foi um alívio - se é que eu posso dizer isso - saber que ela não tinha levado nenhuma cachorro para lá, mas as câmeras da sala e do banheiro pegaram bastante coisa. Foi impressionante o que as câmeras flagraram no prazo de pouco mais de duas semanas em que estive fora viajando a trabalho, sendo tudo surreal para mim, inclusive as tentativas frustradas da minha esposa de fazer sexo com os cachorros. Dentre tudo o que foi filmado, o que mais me impressionou foram duas cenas, sendo a única do banheiro, onde ela, após ter usado o vaso e, ainda sentada nele, começa a se masturbar se abrindo toda na frente de um cachorro bem grande, que após breves farejadas de reconhecimento cai de focinho entre suas pernas, talvez limpando o xixi que pudesse ter escorrido para deixá-la bem limpinha, à levando a um orgasmo de se estremecer toda do qual eu nunca fui capaz de proporcioná-la. A outra cena, e certamente a mais inacreditável, foi uma espécie de orgia animal, com a cadela da minha esposa sendo o centro das atenções no meio de três cachorros dos quais ela deveria estar passeando com eles, sendo dois maiores que certamente eram machos, um bege de porte médio e outro pretão bem grande, juntos com um menorzinho tipo cachorro de madame do qual não dava pra saber se era macho ou fêmea. Ela tirou a roupa ficando pelada no meio deles, então se colocou de quatro a balançar a bunda para o primeiro macho que montasse nela. O menorzinho estava completamente fora do páreo por ser bem pequeno mesmo e não conseguir nem sequer alcançar, sobrando então só para os dois maiores que ficaram cheirando a bunda da minha esposa enquanto ela balançava o rabo para eles. Se eu tivesse que torcer por um, eu teria torcido para o cachorro bege de porte médio, por entender que talvez o estrago pudesse ser menor, mas o pretão montou pirmeiro pegando a minha esposa de jeito e mostrando para o bege, que também disputava a minha esposa, que o pretão era o macho alfa do pedaço. Câmera Escondida (Foto Secundária - Esquerda) O microfone não captava muito bem o áudio, mas dava para ouvir os gritos dela, dos quais não dava para identificar direito se eram de dor ou prazer. Depois da gritaria veio a calmaria, onde o casal parecia um mais acostumado ao outro durante a cruza, mas essa calmaria não durou muito, pois do nada o cachorro tenta se virar da montada saindo de cima, tirando ainda mais gritos dela, e dessa vez ainda mais altos. Saiu tanta porra de dentro dela que, se fosse uma cadela de verdade, certamente teria uma ninhada bem grande do pretão. Após isso ela deitou de lado, acredito eu que recuperando as forças, enquanto o cachorro menorzinho fazia a festa cheirando e lambendo tudo o que vazava da buceta da minha esposa.
Embora estivesse com o pau quase explodindo dentro da calça de tão duro enquanto assistia incrédulo às cenas de zoofilia da minha esposa, eu não sabia bem o que pensar na hora, sendo um misto de raiva e excitação, da qual eu, por mais que quizesse, não conseguia controlar, principalmente a excitação.
Obviamente o nosso casamento não continuou depois disso, pois eu jamais conseguiria esquecer ou fingir que nada tivesse acontecido, nem seguir com a minha vida de forma normal e tranquila imaginando as coisas que ela poderia estar fazendo com cachorros, mas guardo a sete chaves os arquivos, e confesso que sempre me masturbo vendo as imagens que ainda tenho dificuldade de acreditar que são reais.

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Desejos na Gravidez

Desejos na Gravidez (Foto Principal)

Tudo começou no início da minha primeira gravidez, quando fui morar sozinha com o meu namorado. Foi uma gravidez nem um pouco planejada, mas a idéia de sair da casa dos meus pais e ir morar sozinha com o namorado parecia interessante na época, e de certa foi, principamente para a minha descoberta sexual.
Ainda muito nova e com os hormônios à flor da pele, parecia que quanto mais o bebê crescia dentro de mim, mais o meu desejo por sexo crescia junto. Desejos na Gravidez (Foto Secundária - Direita) Na contramão disso, quanto mais o meu tesão crescia, mais o frouxo do meu namorado parecia respeitar a minha gravidez, me tratando com uma espécie de boneca de porcelana ou entidade religiosa da qual não pudesse ser violada ou penetrada. Eu nem sei como ele conseguiu me engravidar, mas mau sabia ele o que estava para acontecer.
Eu passava a maior parte do dia sozinha com o cachorro desse meu namorado, e um dia assistindo tv sentada no sofá da sala, um fato totalmente inesperado aconteceu, quando esse mesmo cachorro pulou em cima de mim tentando transar com a minha perna. A princípio achei aquilo engraçado, mas fui deixando para ver o que acontecia, e acabei me masturbando ali mesmo enquanto o cachorro tentava comer a minha perna.
Fora de mim e tomada por um desejo do qual eu jamais havia sentido, eu facilito as coisas para o cachorro tirando a roupa e ficando de quatro para ele, oferecendo então mais do que somente a minha perna para ele comer. De quatro sem estar vendo direito o que acontecia lá atrás, eu não sabia o que esperar, mas o mesmo instinto animal que me fazer ficar de quatro para aquele cachorro, o fez também perceber que aquela fêmea no cio diante dele precisava de um macho, e assim ele me tomou como sua fêmea, achando um lugar bem mais quentinho e molhado do que a minha perna. Desejos na Gravidez (Foto Secundária - Esquerda)
Sempre dizem que é normal grávidas terem desejos nada convencionais, e naquele estado que eu estava, estando completamente atraída sexualmente por cachorros, pensei que zoofilia talvez pudesse entrar no patamar de normalidades de desejos estranhos de grávidas, sendo uma espécie de cio interespécie gestacional ou coisa do tipo. Eu ficava tentando me convencer de que se tratava só de uma fase, e que todo aquele tesão que eu estava sentindo por cachorros pudesse passar após dar a luz, mas o tempo passou, minha filha nasceu, e eu continuava no cio, conseguindo até mesmo a proeza de transar com o cachorro da irmã do meu namorado, que ficou com a gente por alguns dias em função de uma viagem dela.
Hoje em dia eu chego a conclusão de que tenho me saído melhor como cadela do que como mãe, e afirmo isso sem nenhum orgulho, sendo até um desabafo, pois já aconteceu de eu simplesmente não conseguir me livrar de um cachorro para ir ver a minha filha que choramingava no berço. Só espero que um dia ela ao menos entenda que sua mãe também tinha suas necessidades.

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Relatos de uma Fêmea

Relatos de uma Fêmea (Foto Principal)

Eu sempre tive a maior tara por animais e zoofilia em geral, e acredito que todo esse meu interesse tenha se despertado na adolescência, quando presenciei na rua onde eu morava um cachorro cruzando com uma cadela. Lembro de ter ficado maravilhada com a cena, principalmente quando eles se desgrudaram, e então pude ver aquela coisa enorme pulando para fora da fêmea, recém saído de dentro dela. Era avermelhado e cheio de veias aparentes, tendo uma enorme bola estufada em sua base que parecia que iria explodir a qualquer momento, estando todo lambusado a pingar e balançar bem na minha frente. Eu nem sabia o que pensar direito, mas aquilo certamente me deixou com água na boca, sendo tão irresistível que juro que tive vontade de me jogar debaixo daquele cachorro e chupar toda aquela delícia, talvez inconscientemente associando a uma suculenta linguiça ou maçã do amor. A partir deste fato, a única certeza que eu tive foi de que, mais cedo ou mais tarde, eu também seria a cadela de um cachorro.
Sexualmente falando eu me considero uma cadela, tendo atração sexual quase que exclusivamente por cachorros, o que me fez acumular experiência suficiente para compartilhar algumas informações e conhecimentos ao longo de toda essa minha tragetória como "fêmea reprodutora". Relatos de uma Fêmea (Foto Secundária - Direita)
Acredito que uma das melhores sensações seja o nó pulsante dentro de você e os esguichos de sêmen disparando contra o colo do útero. Dependendo da raça do cachorro (tamanho), duração da abstinência e dieta, a quantidade de sêmen pode se tornar tão grande que preenche todo o canal, proporcionando um calor interno indescritível, sendo diferente de tudo que até então eu havia sentido. Explicando de uma forma mais sensorial e ilustrativa, tente imaginar enfiar um limpador vaginal/anal com água morna, esguichando um pouco a cada segundo. Acho que isso é o mais próximo da sensação de estar sendo fecundada, caso não tenha a oportunidade ou a coragem de fazer com um cachorro de verdade.
O canal vaginal está cheio de terminações nervosas sensíveis à pressão para fins de reprodução, o que definitivamente servem também para proporcionar prazer e orgasmo, embora algumas mulheres nem saibam ou esquecem que isso pode, e deve, ser possível. O pênis canino quando totalmente inchado e engatado - me referindo aqui especificamente em relação às raças maiores - pode gerar sensações primitivas que nos refamiliariza a um passado evolutivo, trazendo à tona um instinto animal muitas vezes adormecido dentro das mulheres, que por motivos anatômicos nenhum homem é capaz de proporcionar igual. Objetos de plástico ou de borracha, por maiores que sejam, também não proporcionam tal sensação, pois é justamente a fisiologia quente e orgânica da pele umidificada do pênis canino que faz a conexão. Quando essa mágica acontece, o orgasmo feminino - que deveria ser considerado um pré-requisito primordial para a inseminação - serve ao seu propósito original, e o colo do útero se inclina levemente em direção à abertura vaginal e o orifício cervical se abre para essencialmente sugar o sêmen, o coletando na entrada, com isso preenchendo um vácuo no útero para uma inseminação ideal. Quanto maior a raça e mais saudável o cachorro, mais sêmen; quanto mais sêmen, maior o prazer, carregando por dias o sêmen do macho reprodutor até que parte dele escorra e/ou seja absorvido. Relatos de uma Fêmea (Foto Secundária - Esquerda) É óbvio que o esperma canino não pode fertilizar o óvulo feminino com sucesso, mas o simples fato do esperma seguir armazenado dentro de você já é algo que, em termos evolucionários de perpetuação da espécie, é capaz de confortar qualquer tipo de fêmea, incluindo nós mulheres, mesmo que de forma incosciente, pois isso representa de certa forma cria garantida e continuidade da espécie. Eu não posso falar por todas as mulheres, mas desde que eu deliberadamente passei a fazer sexo com cachorros de grande porte, meu ciclo menstrual ficou muito mais regular do que era antes, o que ocasionou menos cólicas, menos sangramento pesado, e humor normalizado. Estou mais do que convencida de que o meu corpo realmente me agradece quando eu sou inundada de sêmen. Acho que o sêmen de homens funcionaria da mesma forma, mas a diferença é que é substancialmente diferente do sêmen de cachorros, não só em consistência, mas principalmente em quantidade e volume, que ao meu ver são os fatores mais importantes. Além disso, é dificil que o sêmen de um homem consiga entrar no colo do útero em quantidade significativa para se comparar a da quantidade de um cachorro, pois a maior parte acaba ficando no canal vaginal, vindo a vazar rapidamente, a menos que a mulher faça um certo esforço para mantê-lo.
Por fim, espero que os termos técnicos não tenham atrapalhado, e que o meu relato tenha ajudado e contribuído de alguma forma. É importante ressaltar também que boa parte dessas informações são teorias minhas e não possuem base científica, sendo baseadas mais em experiência própria e estudos superficiais sobre inseminação, mas principalmente, em muita observação de reações e estímulos do meu próprio corpo, coisa que toda mulher deveria fazer.

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