A Curiosidade Matou a Vontade
Contos de Zoofilia com Fotos

Zoofilia

Me chamo Carla, e fazendo uma breve apresentação, tenho 29 anos, 1,72m de altura e 58Kg bem distribuídos num corpo bronzeado de praia, apesar das marquinhas dos biquíni acusarem uma pele originalmente branquinha. Sempre fui muito curiosa, tanto que comecei cedo a minha vida sexual. Tive meu primeiro namorado com 13 anos, sendo que minha primeira relação sexual foi aos 14 anos de idade.

Alguns anos atrás, durante a minha adolescência, eu e Ritinha, minha vizinha e melhor amiga, vivíamos grudadas. Aonde uma ia a outra ia atrás junta, sendo o que uma fazia, a outra acabava fazendo também. Passávamos praticamente o dia todo juntas, e nessa rotina diária estavam incluídos os estudos, deveres de casa, trabalhos escolares, etc. Que normalmente fazíamos na casa dela, pois eu tinha um irmão pequeno que não dava sossego em casa, e como ela era filha única e seus pais trabalhavam fora o dia inteiro, a casa dela era mais sossegada, exceto quando seu cachorro começava a latir.

Naquela época sempre encontrávamos tempo para nossas conversas íntimas e até algumas brincadeiras picantes, e certo dia, navegando na net, encontramos um site com fotos de mulheres fazendo sexo com animais. Num primeiro momento aquilo nos chocou (pelo menos a mim sim), mas a nossa curiosidade foi maior, tanto que nem conseguimos parar de ver aquelas fotos. Eu ficava rindo para disfarçar o meu espanto, e ficava falando que aquilo era nojento, mas na verdade aquilo tinha me dado um puta tesão, me deixando com a calcinha toda encharcada.

Algum tempo depois, enquanto estudávamos na casa dela, a Ritinha puxou assunto sobre aquelas fotos de zoofilia que tínhamos visto outro dia, como por exemplo o que eu tinha achado daquilo, e se eu teria coragem de fazer algo parecido. É claro que na hora eu respondi prontamente que não, mas fui dando trela. Nisso ela se aproximou de mim e, falando baixinho no meu ouvido, disse que estávamos sozinhas na casa e que tinha o cachorro dela. Logo após ela falar isso uma mistura de medo e tesão tomou conta de mim, e tudo que eu conseguia fazer era ficar rindo, mas um riso meio tenso, de quem queria dizer sim, mas estava sem coragem. Nisso ela pega a minha mão e me leva para seu quarto pedindo para eu esperar lá dentro. Segundos depois ela volta trazendo o cachorro na coleira, entra com ele dentro do quarto, e fecha a porta. Sem pensar duas vezes ela começa a tirar a roupa ficando só de calcinha, e pede para eu tirar a minha roupa também. Enquanto eu permanecia paralisada com um sorrisinho sem graça olhando ela tirar a roupa, ela pega o início da coleira do cachorro, senta na cama do meu lado, abre bem as pernas, puxa sua calcinha de lado, e fica chamando o cachorro forçando o focinho dele na direção de sua buceta. A princípio o cachorro fica cheirando meio desconfiado, mas depois passa a lamber a bucetinha dela como se fosse a coisa mais gostosa para ser lambida. A minha buceta parecia estar vazando de tão molhada que estava, mas tudo que eu conseguia fazer era levantar o pescoço tentando achar o melhor ângulo para ver aquilo. Ela gemia e se contorcia toda com as lambidelas do cachorro, que parecia estar gostando bastante da bucetinha dela também. Minutos depois ela se levanta com a virilha toda lambuzada, e ainda segurando o cachorro pela coleira, fala que é a minha vez. Eu nunca tinha ficado tão nervosa em toda minha vida, nem mesmo na minha primeira vez, tanto que não conseguia esboçar uma reação. Percebendo o meu nervosismo, ela solta a coleira do cachorro e começa a desabotoar meu short, e aproveitando a mãozinha dela eu termino de tirar, ficando só de calcinha, que me entregava por estar toda molhada com uma mancha no meio. Tremendo de medo, eu sento na cama, abro as pernas, fecho os olhos, e puxo a calcinha de lado. Nessa hora um cheiro de buceta molhada toma conta do quarto, e meu coração dispara sentindo a respiração do cachorro se aproximando da minha bucetinha, que piscava feito arvore de natal. Quando o cachorro dá a primeira lambida eu vou ao céu e não consigo segurar o gemido, e nisso abro os olhos e vejo a minha amiga com cara de safada segurando ele pela coleira. Aquela cena do cachorro com o focinho afundado no meio das minhas pernas, e a minha amiga segurando ele pela coleira com cara de safada me fez gozar na hora. Minha bucetinha parecia estar se derretendo na língua daquele cachorro, que lambia mais e mais a medida que o meu caldinho ia escorrendo.

Essa foi a experiência mais intensa que tive, da qual repetimos várias vezes até o dia que a minha amiga se mudou, levando com ela a nossa diversão. Eles se foram, mas as minhas memórias não, e eu perdi a conta das vezes que me masturbei pensando neles.