Brincadeira de Criança
Contos de Zoofilia com Fotos

Zoofilia

O meu primeiro contato com sexo começou de forma bem atípica para uma garota, pelo menos sim na minha opinião. Quando eu tinha 13 anos eu assisti um filme pornô do qual uma amiga minha havia pegado de seu irmão. Eu não lembro muito detalhe do filme, mas só sei que ele me deixou bem impressionada, tendo inclusive uma cena com duas mulheres se pegando, o que de certa forma influenciou bastante no que vou relatar a seguir.

Essa minha amiga era muito safadinha, e tudo quanto era putaria que ela pegava de seu irmão mais velho, ela me mostrava. De tanto ver essas coisas começamos a nos interessar por sexo, e foi quando começamos a brincar de mamãe e filhinha. Nessa época eu já tinha meus peitos bem formados, sendo bem grandes para uma menina de 13 anos. Como meus seios eram maiores, sempre cabia a mim a tarefa de ser a mamãe na brincadeira. Era a minha brincadeira preferida, onde eu colocava os seios pra fora, e a minha amiga deitava no meu colo para mamar. É claro que essa brincadeira era só uma desculpa para uma chupar a outra. A brincadeira foi evoluindo para papai e mamãe, onde ficávamos peladas, e uma fingia comer a outra, assim como tínhamos visto no filme. Não havia penetração, e sim só simulação mesmo, inclusive com várias posições diferentes. A melhor parte era quando uma chupava a bucetinha da outra, sendo isso o ponto alto das nossas brincadeiras.

O tempo foi passando, e a medida que íamos crescendo fomos perdendo o contato, que eu atribuo talvez a vergonha da adolescência. Nos tornamos adolescentes e parece que ficamos com vergonha uma da outra, tanto que nem nos cumprimentávamos direito, fingindo que uma não lembrava da outra ou tivera esquecido as coisas que fazíamos. Era estranho depois de tudo que fizemos juntas, mas totalmente compreensível. A adolescência é uma fase bem estranha, e o que eu tive com ela foi o meu primeiro e último caso com uma garota, do qual hoje eu lembro até hoje com um certo saudosismo.

Certo dia, com uns 16 anos de idade, sozinha em casa sem nada pra fazer, e com a bucetinha pegando fogo, comecei a me masturbar freneticamente no sofá da sala. Eu não tinha mais como contar com a minha amiga para me dar uma mãozinha, já que ela nem olhava mais na minha cara direito, então tinha que me virar sozinha. Enquanto me masturbava sou surpreendida pelo o meu cachorro, que se aproxima me dando um baita susto. A princípio ele estraga o clima, mas acaba me dando uma ótima ideia. Zoofilia nunca havia passado pela minha cabeça até então, mas louca de tesão a me esfregar com o dedinho, chamo o cachorro para perto de mim, que se aproxima sem pensar duas vezes. A minha ideia era que ele fizesse o papel da minha amiga e caísse de boca (ou focinho) na minha bucetinha, mas ele parecia mais interessado em dormir mesmo. Disposta a ter a minha bucetinha lambida a qualquer custo, eu vou até à cozinha e volto com doce de leite. Com a lata na mão, eu sento no sofá, abro bem as minhas pernas, lambuzo toda a minha bucetinha, e chamo ele. O safado levanta na hora, e salivando com água na boca afunda o focinho entre minhas pernas e passa a lamber feito louco. As lambidas inocentes da minha amiga eram uma delicia, mas as lambidas do meu cachorro era algo indescritível. Eu me contorcia feito minhoca no sofá enquanto levava um banho de língua. O que era um sonho ficou ainda melhor quando o doce escorreu para o meu cuzinho e o cachorro não deixou passar, limpando tudinho. Minha bucetinha estava piscando, assim como meu apertado cuzinho, que logo recebeu um de meus dedinhos dentro dele, enquanto o cachorro revesava a lambeção entre todas minhas entradas completamente lambuzadas, não deixando passar nem mesmo meu dedinho quando pulava fora do meu cuzinho.

Nesse dia eu quase acabei com o doce de leite, gozando desesperadamente no focinho do meu cachorro, que se tornou meu novo amigo para brincar de papai e mamãe quando eu estava sozinha em casa, me fazendo esquecer completamente a minha amiga na época.