Confissões de uma Dona de Casa
Contos de Zoofilia com Fotos

Zoofilia

Apesar de não gostar muito desse título de “dona de casa”, eu vou aqui me descrever como tal mesmo, pois de fato eu me considero uma dona da casa, exceto quando estou sozinha com nosso cachorro, assumindo assim o papel de cadela da casa.
Sim, eu pratico zoofilia! Não que isso me encha de orgulho, mas eu simplesmente não posso negar o fato de que isso sasseia as minhas necessidades sexuais. Além disso, eu não consigo reprimir o meu lado cadela, que toma conta de mim quando estou sozinha em casa e me transforma em uma fêmea sem limites super desejada e obediente ao meu macho alfa.

Como eu já contei, eu sou uma dona de casa na faixa dos trinta anos, e normalmente esse termo remete a mulheres descuidadas com a saúde e a beleza, o que de forma alguma é o meu caso. É claro que cada um que ler isso irá imaginar uma mulher diferente, e tudo que eu posso fazer para ajudar nisso sem estragar a fantasia de cada um é dizer que, modéstia parte, eu sou uma mulher bem gostosa e atraente, e afirmo isso me baseando nos olhares que recebo na academia onde frequento. Por incrível que pareça, quando eu comecei a praticar zoofilia eu passei a me cuidar bem melhor e a ser mais confiante. Não que eu não fosse antes, mas é que o meu cuidado estético e de saúde, assim também como a minha auto-estima meio que triplicaram depois que passei a cruzar com nosso cachorro. Talvez quem estiver lendo isso possa achar estranho a palavra “cruzar” utilizada na frase anterior, mas eu explico. Eu poderia usar a palavra “transar”, mas é que eu não transo com nosso cachorro, e sim cruzo mesmo! Esse termo mais adequado para o que fazemos juntos, afinal transar eu faço com o meu marido, e muito pouco, diga-se de passagem.

Sobre o meu marido, ele é um homem bem sucedido nos negócios e um ótimo pai, mas no sexo é péssimo, mas eu não o culpo, afinal ninguém consegue ser bom em tudo que faz. Eu, por exemplo, ao contrário do meu marido, sou péssima para os negócios, mas dou uma ótima cadela.
Sobre os meus filhos, que são dois, acredito que não cabe aqui falar sobre eles, mas como mãe orgulhosa que sou de minha cria, digo que eles são incríveis.
Voltando para o meu marido, não me entendam mau, eu amo ele, mas sexualmente a nossa vida de casal nunca foi nenhuma maravilha, e apesar de na época eu querer ter dado para todo mundo para apagar meu fogo, eu não poderia colocar toda a nossa relação que funcionava muito bem (exceto pelo sexo) a perder traindo ele com outras pessoas. Foi justamente nessa época de desespero sexual, onde a minha buceta implorava para ser invadida e surrada, que nosso cachorro entra na história.

A parte da manhã sempre foi a melhor hora do dia, quando eu ficava sozinha em casa, com meu marido saindo para trabalhar e meus filhos para a escola. Eu me masturbava feito louca assistindo canais pornô na TV a cabo.
Eu tenho um verdadeiro fascínio por paus grandes, grossos e veiúdos, e o mais próximo que eu poderia chegar de um desses sem sair traindo meu marido com todo mundo seria assistir filmes de sacanagem ou comprar um consolo. Por mais que a minha buceta implorasse por isso, trair meu marido com outras pessoas estava fora de cogitação, até porque, como eu já havia dito, eu não queria bagunçar a minha vida por isso. A opção de comprar a maior piroca de silicone do mundo se via como uma opção distante também, pois me deixava bem envergonhada para se fazer. Por incrível que pareça, só de pensar na possibilidade de entrar em uma sexshop e pedir para o/a atendende a maior coisa que eles tivessem na loja já me deixava bem acanhada. É claro que eu poderia comprar online, mas tinha receio de que meus filhos ou meu marido pudesse receber a encomenda e abrir o pacote, pois aqui em casa sempre tivemos o costume de um abrir a correspondência do outro sem problema. Eu sei que isso pode parecer absurdo tendo em vista a nossa intimidade de casal, mas o fato é que talvez eu não quisesse que meu marido soubesse da minha tara por coisas grandes, afinal o cacetão que eu gostaria de comprar seria dificil de esconder dele por muito tempo em nosso quarto e, além disso, isso poderia deixar ele intimidado de alguma forma.
Por sorte existem os legumes, que em tese servem só para comer, podem passar muito bem desapercebidos como objetos sexuais, tendo mil e uma utilidades para uma dona de casa necessitada com eu. Pepino era meu legume preferido, e na hora da compra sempre optava pelos mais grossos. Berinjelas, pela cor e espessura, também enchiam meus olhos, mas infelizmente elas não entravam, o que me fazia só ficar esfregando mesmo imaginando um negão brincando com a minha bucetinha. Eu sempre me masturbava dentro do quarto com a porta fechada, pois eu não queria que o cachorro entrasse bem na hora H, porém foi justamente em uma dessas idas e vindas na cozinha para pegar meus brinquedos nutritivos que a mágica aconteceu.

Eu devo não ter fechado a porta direito, e enquanto estava lá toda arreganhada de quatro gemendo e rebolando com um pepino bem grosso enterrado na buceta, nosso cachorro de forma sorrateira chegou por trás e me deu a lambida mais deliciosa. Sensação essa que jamais imaginei em sentir na vida.
É claro que a princípio foi um grande susto, pois não tinha notado ele chegando por trás. Eu poderia ter espantado ele, mas fiquei completamente sem reação e, extasiada pelas deliciosas lambidas, eu quis mais é que ele não saísse de trás de mim nunca mais. Nisso continuei de quatro rebolando e metendo o pepinão na minha buceta enquanto nosso cachorro lambia o suco que escorria dela. Nessa hora eu já estava completamente entregue, tanto que nem conseguia mais conter meus gemidos, que já estavam mais para gritos estéricos.
Eu nunca gozei tanto na vida, e a partir daquele instante tive a certeza de que eu nunca mais seria a mesma. Foi daquele dia em diante que, de uma mulher sem muitas pretensões sexuais, eu fui me transformado em uma cadela disposta a tudo e sempre no cio para meu amante. Amante esse que, diga-se de passagem, nem precisei sair de casa para achá-lo.

Esse processo de transformação sexual não foi da noite para o dia, sendo mais uma espécie de treino com várias etapas e tentativas.
Sexualmente falando eu já me considero uma cadela por completo, inclusive me portando como tal, tanto que, durante as manhãs, quando estou sozinha em casa e no cio, com o tesão à flor da pele, me ponho a andar de quatro pelada sobre a casa provocando nosso cachorro balançado o rabinho e me esfregando nele até ele me pegar de jeito. O que acontece depois disso e o que ele faz comigo eu acredito que vocês podem imaginar, e afirmo com todas as letras se tratar do ápice da experiência sexual que uma mulher pode chegar.
Essa minha vida matinal de cadela não interfere na minha vida de mãe e esposa, mas de certa forma reflete na minha personalidade, onde paradoxalmente o fato de estar sendo cadela me faz mais mulher, ou me completa como mulher.
Para encerrar informo que meu marido e meus filhos, até o momento, mesmo as vezes deixando alguns rastros por falta de atenção, nunca desconfiaram de nada (assim espero que continue). E hoje o sexo, ou a falta dele, já não é mais um problema em minha vida.