O Melhor Amigo da Mulher 1/2
Contos de Zoofilia com Fotos

Zoofilia

Algumas coisas acontecem em nossas vidas de forma tão inesperada que conseguem desviar, ou até mesmo mudar, a nossa forma de pensar. Eu sou casada há mais de dez anos com um homem maravilhoso, muito bonito e charmoso. Digo isso porque as mulheres ao nosso redor vivem o cobiçando, mas não estou aqui para falar dele e sim de mim, que me deparei recentemente com um fato na minha vida que a mudou para sempre. Algo que nunca passou na minha mente e, tampouco, fazia parte de minhas mais secretas fantasias sexuais.

Antes de relatar o fato em si, gostaria de me descrever, pois acredito que isso seja importante para quem estiver lendo. Meu nome não vem ao caso, então vamos ao resto. Tenho trinta e quatro anos de idade, 1,60m de altura e 53kg, tenho a pele muito clara, o que me impede de tomar sol diretamente, pois acabo sempre ficando vermelha e não me bronzeio. Tenho bastante sardas nos seios e nas costas, tendo os cabelos naturalmente claros. Possuo seios médios, quadril largo com uma bunda grande e firme, e coxas torneadas graças à academia, e uma barriga bonitinha conseguida com uma lipo há dois anos.

Tudo começou quando estava chegando o carnaval, e todo ano meu marido e eu vamos para o Rio com uns amigos mais íntimos, pulamos carnaval numa boa e retornamos à nossa vida corrida. Só que esse ano eu não estava muito animada em repetir esse programa, queria mesmo é poder relaxar e curtir minha família, composta pelo meu marido, dois filhos, e um cachorro. Comentei com meu marido a minha intenção de ficar, e ele logo concordou, dizendo que também estava cansado e precisava relaxar. Então decidimos ir passar o feriado em nossa casa de campo. Temos uma pequena chácara no interior de São Paulo, um lugar lindo e aconchegante, que geralmente visitamos no inverno. Tudo acertado, arrumamos as malas e seguimos viagem, lá chegando descarregamos as bagagens e fomos dar um volta na cidade. Aproveitamos para almoçar e fazer compras de coisas que iriamos precisar. O dia passou sem que percebêssemos. No dia seguinte acordamos cedo, tomamos café da manhã, e meu marido inventou que queria correr de kart com a crianças em um lugar que tinham visto, meu filhos ficaram eufóricos e toparam na hora, menos eu, que preferi ficar em casa ajeitando as coisas, e se sobrasse um tempo até dar banho no nosso cachorro, que está conosco desde filhote e hoje é um baita cachorrão. Ele é bem grandão e pesado, e de pé fica quase do tamanho do meu marido. Minha família estranhou a minha vontade de ficar arrumando a casa e dar banho no cachorro logo no feriado, mas não perderam muito tempo tentando me convencer do contrário. Antes de sair meu marido prendeu o cão para mim e então foi se divertir com a crianças. Assim que saíram troquei de roupa, coloquei algo mais confortável, e fui arrumar a casa. Quando terminei de arrumar a casa, parti para dar um banho no nosso cachorro. Por incrível que pareça eu nunca havia dado um banho nele, pois sempre deixava essa tarefa por conta de um petshop, mas disposta a aprender, liguei a mangueira e comecei a molhar ele, que parecia não estar gostando muito do banho. Depois de molhar bem ele, comecei a esfregá-lo com shampoo, e a partir daí ele foi gostando mais. De certa forma aquilo me relaxava, estando sozinha em casa com aquele silencio sepulcral. Sem pressa de acabar continuei esfregando seu pêlo, e minutos depois eu entendi porque ele estava gostando tanto, pois quando passei a lhe ensaboar embaixo, seu pinto começou a apontar pra fora, ou pelo menos parte dele. Nunca tinha visto um cacete daquele tamanho, se tivesse alguém por perto naquela hora eu teria ficado bastante envergonhada, mas ali sozinha, comecei a pensar em um monte de besteira, sentindo bastante curiosidade em relação àquela coisa vermelha da qual eu não conseguia tirar os olhos. Continuei a esfrega-lo, só que agora dando mais ênfase entre as patas traseiras, passava a mão, alisava o saco, era igual ao de um homem, menos o pinto, que era maior do que qualquer um que eu tinha visto. Enquanto eu esfregava a capa que envolvia aquela pica enorme, ele ficava quietinho, como se entendesse o ato em si. Lavei bem o pinto para tirar o sabão, dei uma olhadinha em volta para me certificar que não tinha ninguém por perto e, meio titubeante, comecei a acariciar e masturbar ele. Na hora eu pensava comigo mesma; “O que eu estou fazendo? Ele é um cachorro.”, mas não pude resistir. Foi como um impulso, levada por um instinto que eu nem imaginava que tinha. Parei de pensar e continuei a masturbá-lo, ele continuava quietinho respirando tranquilo com a língua só curtindo meus toques. A medida que eu ia acariciando, mais aquela coisa ia saindo pra fora da capa. Era uma visão maravilhosa ver aquilo pra fora, vermelho e cheio de veias, grande e imponente, aparentando estar sempre úmido e convidativo. Eu nunca quis tanto colocar uma coisa na boca, e então, em um ato de loucura, fui pra debaixo dele e comecei a chupar aquela coisa. Aquilo não parava de esguichar um liquido que eu presumia ser porra. Ele e encheu a minha boca! Um tanto eu acabei engolindo, mas boa parte vazava pelo canto da boca. Eu nunca tinha sentido tanto tesão na vida, e continuei chupando até onde pude. Quando eu saí debaixo ele se sentou e passou a lamber a própria rola, que aos poucos foi se recolhendo.

Após esse rápido, porém intenso, ato de zoofilia eu fiquei meio desconcertada, me sentindo suja e envergonhada comigo mesma. Corri para dentro da casa e fui tomar um banho, liguei o chuveiro no máximo, talvez na esperança de conseguir me livrar daqueles pensamentos com a ducha forte, porém minha buceta acusava todo o prazer que eu havia sentido, se encontrando completamente ensopada. Não conseguia tirar aquilo da cabeça, e me masturbei pensando no cachorro, gozando como nunca gozei na vida. Saindo do banho eu conseguia ter somente uma certeza, de que mais cedo ou mais tarde eu seria a próxima cadela dele.