Relatos de uma Advogada 1/2
Contos de Zoofilia com Fotos

Zoofilia

Antes de começar o meu relato, eu gostaria de fazer uma breve apresentação que, por motivos óbvios, o meu nome não será citado, mas acredito que isso de fato nem seja relevante. Eu sou uma mulher solteira de 34 anos, pele clara, olhos castanhos, cabelos pretos e lisos, e bem sucedida profissional e financeiramente. Eu tenho uma boa aparência, tanto que muitas amigas e colegas de trabalho não entendem o fato de eu ainda estar solteira, tendo em vista que flertes e paqueras sempre acontecem no fórum trabalhista e na delegacia regional do trabalho onde exerço minha atividade profissional de advogada na defesa de processos trabalhistas. Embora meu nível cultural e econômico seja relativamente alto, eu sou muito simples e simpática, porém gosto de me vestir bem, não me preocupando com custos. Aliás, a minha atividade profissional exige que eu me mantenha sempre com uma ótima aparência, não sendo apenas uma questão de vaidade. Eu gosto muito do meu trabalho, principalmente a sensação de quando o processo que estou defendendo termina vitorioso com a sentença favorável ao meu cliente. Enfim, voltando a minha descrição, as pessoas acham que sou lésbica pelo fato de eu não ter namorado, mas pensando bem, eu até prefiro que todos pensem desta forma. Na verdade eu gosto é de cães, sendo isso o meu único objeto de erotismo e desejo sexual, pois não ligo nem para homens ou mulheres. Isto não quer dizer que eu nunca tenha tido relações com tais, mas depois que eu experimentei a primeira transa com um cão de grande porte que tínhamos em casa ainda na adolescência, eu fiquei profundamente marcada e impressionada, sendo que depois nunca quis mais saber de outra coisa, sexualmente falando, que não fossem cachorros.

Confesso que houve uma época em minha vida, quando eu já morava sozinha e era independente, que tentei parar com a prática de zoofilia, na época procurando ajuda terapêutica através da psicanálise depois que um cachorro que eu tinha na época morreu precocemente devido a um problema genético. Então, depois de quase quatro meses de análise, a minha própria psicanalista me aconselhou a prosseguir com a prática, que embora na atualidade seja considerada uma prática sexual condenada, no entanto, no passado era comum, inclusive mulheres terem relações sexuais com animais, tanto que a domesticação de animais e a zoofilia de certa forma estiveram relacionadas. A minha psicanalista havia me dado de presente um livro muito interessante sobre a história da sexualidade nas civilizações antigas, onde existem registros históricos de homens e mulheres fazendo sexo com cachorros, cavalos, etc. nas civilizações egípcia e romana, sejam pinturas em vasos, esculturas, e escritos antigos. Ela dizia que a orientação heterossexual, considerada como prática normal, é apenas uma convenção estabelecida e codificada através de “pseudo-leis” moralistas criadas por convenções sociais, tendo na verdade como base, a forma de organização social, econômico e cultural de uma sociedade, o que pode variar ao longo da história. Na Grécia antiga, por exemplo, era normal a prática homossexual entre homens, o amor entre os iguais. Nós duas tínhamos os mesmos pontos de vista. A minha psicanalista tinha uma abordagem mais junguiana do que freudiana em suas análises e sínteses, sendo que nas suas conclusões estabeleciam-se paralelos entre arquétipos e símbolos com o comportamento humano cujo fundamento de nossas ações e vontades muitas vezes está no inconsciente coletivo. A mitologia grega mostrava a fusão do homem com cavalo com o mito do centauro e na mitologia egípcia está permeada de cruzamentos de homens e animais, ilustrados com figuras sagradas e desenhos de deuses com corpos humanos e com cabeças de animais e vice-versa. Na verdade isto reflete a tentação inconsciente no erotismo humano pelo bizarro, pelo grotesco e bestial. Até na literatura infantil ilustra a lenda da bela e a fera, ou seja, a donzela que foi seduzida por um monstro ou então a história do lobo mau, que todos conhecem bem. Embora estes contos de fadas apresentem um aparente ar de inocência, nas entrelinhas possuem sensualidade e uma sexualidade latente e dissimulada que conscientemente que não conseguimos perceber.

Durante a terapia, o que me deixou mais surpresa foi quando a minha psicanalista me contou que outras mulheres já estiveram em seu consultório fazendo análise relacionada à suas perversões e compulsões sexuais orientadas a zoofilia. Ela me contou um caso muito curioso de uma mulher casada que tinha relações sexuais com o cachorro da família quando seu marido saia para trabalhar. O marido acabou sabendo devido a sua filha, que chegou mais cedo da escola e pegou a mãe transando com o cachorro no quarto do casal. Ele a perdoou, mas com a condição de que ela buscasse ajuda religiosa. Depois disso ela procurou a psicanalise de forma independente sem que o marido soubesse. Ela dizia que o marido não a procurava mais na cama, e que por isso acabou sentindo atração sexual pelo cachorro quando uma vez inocentemente foi dar banho nele no quintal. A minha psicanalista disse que alguns destes casos, algumas pacientes não tinham a sua sexualidade definida e, que nestas situações, ainda existia margem para tratamento psicanalítico, uma vez que a questão da sexualidade estava indefinida. O que não era a minha condição, pois o conflito do objeto erótico não existia na minha cabeça, e nada do que ela fizesse mudaria esse quadro.

Eu fiquei bastante aliviada depois dessa terapia, aceitando então em definitivo a minha condição de cadela, tanto que resolvi até ter um novo cachorro. O escolhido foi um lindo rottweiler que eu criei e adestrei com todo amor e carinho, do qual em pouco mais de um ano se tornou uma incrível maquina de cruzar, se tratando de um insaciável macho alfa que nenhuma fêmea, seja mulher ou cadela de verdade, recusaria, bastando somente a visão de seu lustroso e imponente membro cheio de veias pingando e balançando pra fora da capa para qualquer uma entrar no cio imediatamente.