Relatos de uma Advogada 2/2
Contos de Zoofilia com Fotos

Zoofilia

Quando chego em casa depois do trabalho sou sempre recepcionada pelo meu macho, que fica aguardando ansiosamente a chegada de sua fêmea para cruzar, e nesse hora sempre chego a conclusão da cadela de sorte que eu sou. A sensação de estar sozinha em casa com aquele cachorrão musculoso sempre disposto para cruzar, estando subjugada e submetida a sua virilidade na condição de cadelinha passiva e indefesa me deixa com a calcinha toda ensopada só de pensar.

Tudo que eu faço é deixar o meu instinto animal de cadela no cio falar mais alto, tanto que me comporto como tal, ficando de quatro engatinhando e balançando o rabinho pra ele sem oferecer absolutamente nenhuma resistência, imaginando de fato estar sendo fecundada por ele ao ser pega de jeito. No início suas investidas são bem rápidas, e a medida que seu pau vai inchando e se acomodando dentro de mim, ele vai se aquietando, e então ficamos de bunda colada um para o outro. Nessa hora é que eu sinto estar sendo literalmente fecundada pelo meu cachorro ao sentir seus jatos de porra me estufando por dentro, sendo uma sensação deliciosa de cumplicidade entre macho e fêmea onde um completa o outro. A sensação de prazer que eu sinto neste momento é avassaladora sentindo o fluxo intenso de porra quente a inundar minhas entranhas com aquela carne vermelha com o nó inchado atolado dentro de mim. Minha buceta fica latejando e succionando involuntariamente aquele piruzão gostoso querendo sugar todo esperma para dentro. Quando aquela tora sai de dentro de mim, sempre acompanhada de gritos, é uma explosão de porra que suja todo o chão, e vaza escorrendo pelas coxas. Nessa hora eu sempre o chamo para limpar o estrago que fizera em mim, e que limpeza mais deliciosa.

Deitada no chão de lado já completamente satisfeita, ainda com a bucetinha vazando e sendo lambida pelo meu cachorro, me sinto rebaixada, mas não no sentido negativo da palavra. Talvez a palavra mais apropriada seja rendida, por me sentir dominada e domada pelo meu poderoso macho alfa, e ao mesmo tempo protegida por ele. Acredito que a zoofilia na minha vida, além do prazer que me proporciona, sirva também como uma forma de equilíbrio entre o meu lado indefeso e passivo na vida pessoal, e o meu lado mais agressivo e de pulso firme na vida profissional, pois em casa com o meu cachorro eu posso me render completamente a ele, atingindo a minha plenitude como mulher e minha verdadeira natureza na condição de fêmea.