Virgindade Perdida
Contos de Zoofilia com Fotos

Zoofilia

Ana estava no auge de sua adolescência, e tinha bastante tempo livre quando estava sozinha dentro de casa. Nada a agradava mais que isso, pois podia fazer o que queria. De todas as coisas que fazia em seus tempos livres, se masturbar era a preferida.
Embora bastante espevitada, Ana era virgem ainda, isso se não contarmos seus próprios dedinhos curiosos e até um cabo de escova de cabelo.

Certa vez, enquanto se preparava para mais uma das tantas masturbações semanais, ela notou que seu cachorro tirava um cochilo embaixo de sua cama, pois ela havia esquecido de por ele para fora. Mesmo assim pareceu não dar a devida importância, continuando então a fazer o que pretendia. Nisso ela tira a roupa e deita-se na cama com as pernas bem abertas, e então se põe a massagear sua bucetinha sedenta e úmida de prazer. O que ela imagina durante suas masturbações, só ela sabe.

Acordado pelos sussurros e gemidos, seu cachorro subiu na cama e, sem se importar com ele, Ana continuou a esfregar sua linda e rosada bucetinha, que naquele momento já se encontrava toda melada. Ana, ao se masturbar de olhos fechados e pernas bem abertas, se encontrava completamente exposta a qualquer invasão externa, e essa invasão inesperada veio justamente de seu cachorro, que atraído pelo cheiro de fêmea virgem que exalava dela, não resistiu, e se pôs a lamber como se fosse o prato do dia. Ana definitivamente não esperava por aquilo, e mesmo podendo tirar o cachorro do meio de suas pernas com apenas um grito, ela não fez.
Ana até esboçou uma reação no primeiro momento fechando as pernas em um ato de reflexo, mas essa luta não durou nada, pois logo notando o quão prazeroso estava, cedeu de vez ao prazer da inesperada experiência como prática de zoofilia, se abrindo ainda mais para as lambidas de seu cachorro, que se lambuzava em meio ao caldinho que escorria de sua já então receptiva bucetinha.
Não precisou de muito para fazer Ana gritar de prazer e gozar feito uma cadelinha se estremecendo toda com o focinho do cachorro a afundar cada vez mais entre suas pernas.
O orgasmo veio como raio, assustando até o cachorro, que e meio ao gritos e movimentos descontrolados de Ana, para o que estava fazendo com sua dona e se afasta.
Meio desnorteada e com a bucetinha sensível devido ao orgasmo avassalador que tivera, Ana se depara com a cena de seu cachorro a desfilar em seu quarto com um enorme e roliço membro que parecia mais uma linguiça entre as patas traseiras que não parava de pingar um liquido incolor. Aquilo certamente despertou algo em Ana, como se um botão tivesse sido apertado e ligado o cio nela, e naquela hora a virgindade de Ana estava seriamente ameaçada, tanto que ela mesma teve certeza disso assim que viu aquela obscena coisa avermelhada pulsante e cheia de veias a pingar pelo chão de seu quarto.
Foi então que, como se sua bucetinha estivesse sendo atraída ao encontro daquele enorme e suculento membro canino, Ana completamente dominada pelo desejo e sem forças para resistir se ajoelhou aos pés da cama empinando bem a bunda, deixando sua virgem e faminta bucetinha entregue a própria sorte.
Atraído pelo cheiro que exalava das partes de Ana, o cachorro voltou a lamber ela, e dessa vez com lambidas mais longas que iam até seu cuzinho, levando Ana ao mais completo delírio com tal sensação. O cachorro não demorou muito para associar a posição em que Ana se encontrava com a de uma cadela pronta para ser copulada, e logo tratou de a tratar como tal, montando nela.
Ana não sabia bem o que esperar, mas no primeiro momento tudo que sentia vindo por trás era cutucadas desencontradas que acertava tudo menos o alvo que ela gostaria que acertasse. Eis que sua sorte mudou quando uma dessas cutucadas acertou em cheio a bucetinha dela, desencadeando um efeito cascata onde Ana teve sua bucetinha alvejada por rajadas de rola canina na velocidade da luz, onde cada metida fazia aquela coisa inchar cada vez mais dentro dela, sendo tão rápido que Ana mau conseguia assimilar o que estava acontecendo, sendo a única certeza que tinha era de a de estar sendo inundada por dentro, como estivesse naquele momento sendo fecundada pelo seu próprio cachorro.
Apesar de bem dolorida e de estar perdendo o que restava de sua virgindade para um cachorro, nada disso a fazia culpada ou arrependida, pois a sensação de estar sendo a cadelinha de seu cachorro naquele momento não a deixava margem para pensar em qualquer tipo de consequência. Porém, mau sabia ela que o cachorro não ficaria dentro dela por muito tempo, ficando somente o tempo necessário para depositar seu sêmen e depois ir embora, levando sua virgindade por completo junto com ele.
Ana só se deu conta do que tinha se metido quando o cachorro começou a tentar sair de dentro dela forçando a saída, mas as peças estavam muito bem encaixadas para serem desencaixadas facilmente, precisando de uma certa dose de dor por parte da fêmea em questão, que aguentou firme como uma boa cadela.
Em meios aos gritos de dor por parte de Ana, um som de algo se desengatando pôde ser ouvido, sendo justamente o enorme pau do cachorro, que estava ainda maior em relação a ultima vez que ela havia visto ainda fora dela, estando com uma colossal e majestosa bola carnuda, o que logo faz Ana entender o motivo de ter ficado engatada.

No fim, por mais estranho que fosse, ou talvez justamente por isso, toda a dolorosa e incrivelmente prazerosa experiência vivida por Ana a deixava completamente sem palavras para descrever o que tinha acabado de acontecer, mas tudo bem Ana, pois todos sabemos que cadelas não falam para dizer o quão bom pode ser o sexo com cachorros.