Eu, Cadela

Zoofilia

Para a sociedade, do portão para fora de minha casa eu sou reconhecida como uma mulher bem sucedida financeiramente, séria e recatada, sendo uma profissional bastante conceituada na minha área. Entretanto, do portão para dentro atinjo a minha plenitude sexual com meus cachorros. Sim, eu faço sexo com cachorros há algum tempo. Tempo suficiente para hoje eu me considerar uma cadela na cama, ou canil, caso prefiram. Ninguém imagina o que se passa dentro da minha casa, pois faço tudo em absoluto sigilo. Ninguém sabe, sejam amigos, parentes ou vizinhos, pois a zoofilia ainda é – e talvez sempre será – considerada um grande tabu.

O lugar onde eu moro é relativamente sossegado. Hoje tudo já foi arranjado para facilitar as coisas, sem despertar atenção de ninguém ou de curiosos de modo que a minha prática amorosa não seja importunada. Moro sozinha em uma excelente casa em um bairro nobre de São Paulo onde consigo ter a tranquilidade que preciso, rodeada de muros altos, bem arborizada, sem prédios altos por perto, portão alto na frente, gramado com arbustos, jardins e árvores frondosas ao redor da casa. Nos fundos da casa tem uma piscina com uma sauna e churrasqueira e uma suíte. Esta casa eu mesmo escolhi criteriosamente devido à privacidade que eu procurava. Antes eu morei em dois apartamentos e numa casa bem menor, que sempre acabava despertando a atenção dos vizinhos e curiosos, por eu ser solteira, independente e viver com o meu cachorro mais velho. Hoje eu considero o local onde eu moro perfeito para os meus propósitos amorosos. Eu resido nesta casa há quase três anos, e não tenho que ficar preocupada se vou gritar ou não durante a transa.

Depois de um longo dia de trabalho no escritório, cheio de formalismo, eu adoro quando chego em casa e sou recebida alegremente por meus amantes caninos que vigiam a casa. Eles são a minha segurança. Eu sou muito ciumenta e não os deixo se aproximar de nenhuma outra cadela, exceto eu, de modo que estão sempre com muita vontade e receptivos para mim. Assim que entro em casa com meu carro e fecho os portões da garagem, eles sempre se aproximam fazendo muita festa. Geralmente é nesse momento que escolho qual deles vai me fazer cadelinha naquela noite para me aliviar de mais um dia tenso e extenuante de trabalho. No caminho para casa já fico excitada e toda molhada imaginando como vai ser.
Tenho três cães de grande porte, um Dogue Alemão preto enorme que talvez seja o meu preferido, embora o mais dolorido. Ele tem quatro anos e nunca transou com nenhuma cadela. Só conhece sexo da forma que eu ensinei e adestrei. Tem um pau enorme entre as patas que quando está bem duro é assustadoramente excitante, fazendo qualquer fêmea entrar no cio. Me machucava muito no início, e ainda machuca, parecendo um parto a cada desengatada, mas vale cada gemido. O outro cachorro que tenho é um Rottweiler, o mais velho de todos, sendo justamente com ele com quem tive a minha primeira experiência animal, que no inicio se resumiam somente a chupadas e lambidas. Ele é especial por ter sido o primeiro a me fazer cadela. Por falar em cadela, ele já cruzou com outras, mas desde a nossa primeira vez, a única cadela que ele come sou eu. Por último, tenho um Labrador preto também, sendo menor que os outros dois e o mais novo da matilha. Ele é muito safadinho e habilidoso. Por ele a gente cruzava o dia todo, pois está sempre disposto. É o que se encaixa mais rápido em mim, tanto que nem preciso dar aquela ajudinha com as mãos, bastando que eu fique de quatro pra ele fazer o serviço.

Por se tratar de três machos para uma só fêmea, eu acabo escolhendo somente um quando quero transar, não só para me resguardar e não sair muito machucada e arranhada, como também para evitar qualquer risco de briga por disputa de fêmea entre eles, porém confesso que as vezes uso isso a meu favor só de imaginar machos brigando para ver quem vai montar em mim e me comer primeiro. Essa sempre foi uma situação da qual eu sempre quis evitar, mesmo fantasiando vendo meus machos me disputando, porém certa vez eu não consegui evitar. Era um dia quente de verão, e estava eu a me bronzear ao lado da piscina de fio dental, bebendo um espumante bem gelado, com os cachorros a latir de dentro do canil onde ficam como se estivessem pressentindo o que estava prestes a acontecer. É claro que a mistura de calor, suor, fio dental e bebida não funcionam bem para quem não quer perder a linha, e com o instinto animal me dominando, eu não resisti e fui de encontro aos meu machos. Lá chegando logo tratei de me comportar como uma cadelinha no cio, ficando de quatro a rebolar na frente deles e puxando o biquíni de lado para facilitar a entrada, biquíni esse que parecia estar grudado em mim de tão suada e molhada que eu estava. Não demorou muito para o primeiro montar em mim, parecendo até que tinham combinado uma fila, pois quando um saía de cima de mim um outro já montava em seu lugar, me fazendo sentir a fêmea mais sortuda e cobiçada. Nesse dia eu alcancei o meu ápice de cadela, sendo comida em fila pelos meus machos, que se comportaram direitinho cruzando com a única fêmea do pedaço sem brigas, exceto por alguns rosnados.
Saí bastante arranhada dessa orgia selvagem, vindo a ficar com a minha buceta bem dolorida, mas não pensem que fiquei reclamando disso, afinal essa foi a vida de cadela da qual eu pedi e estou disposta a seguir.

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