O Melhor Amigo da Mulher 2/2

Zoofilia

Depois do banho eu me troquei e fiquei esperando meus homens. Eles chegaram já de noitinha, então pedimos umas pizzas e ficamos assistindo filme. Quando as crianças dormiram, eu e meu marido fomos para o quarto, e como era de se esperar ele veio me procurar querendo fazer amor, eu estava super tesuda, e pulei em cima dele. Ele ficou bastante entusiasmado e me elogiou dizendo que eu estava pegando fogo. Nessa hora, me sentindo um pouco culpada, pensei comigo que ele nem imaginava o que eu tinha feito mais cedo com o nosso cachorro. Transamos feito cães no cio, como há muito tempo a gente não fazia, porém durante a transa eu não conseguia parar de pensar no maldito cachorro.

Quando eu acordei já estavam todos de pé e prontos para mais um dia de curtição. As crianças queriam voltar à pista de kart, e nisso eu cheguei a conclusão de que a minha oportunidade a sós com o cachorro seria mais rápido do que eu poderia imaginar. Eu dei uma outra desculpa qualquer para não ir, e então eles foram sem mim outra vez. Eu sei que eu estava sendo uma péssima mãe e esposa, mas a fêmea no cio dentro de mim precisava se libertar de uma vez por todas, pois aquela vontade incubada já estava me levando à loucura.

Eu não quis perder muito tempo, pois era bem provável que eles não demorariam tanto lá como no dia anterior, então tratei de levar o cachorro pra dentro e, cheia de segundas intenções, tranquei as portas. Ele entrou rapidinho e ficou olhando pra mim, talvez pensando que a fêmea pra qual ele estava olhando já estava no papo. A minha buceta parecia inchada a espera do macho para apagar aquele fogo, e quanto mais eu andava pela casa fazendo os preparativos para o meu dia de cadela, mais a calcinha roçava entre as pernas me deixando ainda mais no cio. Descontrolada do jeito que eu tava, se aquele nosso cachorro não me comesse ali, acho que eu teria coragem suficiente para sair e cruzar com o primeiro vira-lata que encontrasse na rua.

Eu havia trago um colchonete e forrado com um lençol, e com tudo pronto, comecei a tirar a roupa. Se eu torcesse a minha calcinha ela pingaria de tão molhada. Meu coração parecia querer sair pela boca de tão nervosa que eu tava, mas nada me faria mudar de ideia, pois eu precisava deixar sair a cadela no cio dentro de mim. Fiquei de quatro no colchão já completamente nua chamando o cachorro e balançando a bundinha. Isso foi o suficiente para chamar a atenção dele fazendo com que viesse cheirar a minha buceta escancarada e toda melada. No momento que ele encostou seu focinho em mim eu me estremeci toda, e quando sua língua comprida deu a primeira lambida eu fui a loucura empinando ainda mais a bunda. Ele lambia de uma forma incrível, e sua saliva deixava a minha buceta ainda mais melada. Eu gozei varias vezes no focinho daquele cachorro safado, chegando até a pensar que ele estava retribuindo o meu boquete do dia anterior. Na intensão de provoca-lo para chegar as vias de fato, comecei a engatinhar de quatro rebolando pra ele. Ele se animou bastante, e até tentou montar de forma meio estabanada. Nisso dei umas bombadinhas na capa, e senti que isso foi bastante efetivo. Voltei a me posicionar deixando a bunda bem empinada, e enquanto eu rebolava ele tentou montar de novo. Dessa vez eu tentei guiar a ponta com uma das mãos, e como uma bala aquilo entrou com tudo tirando gritos de mim. Ele começou a bombar feito louco numa velocidade absurda. A cada bombada sentia aquele cacetão cada vez mais crescendo dentro de mim e me enchendo de porra. Eu não queria que ele saísse de dentro de mim, mas mesmo se eu quisesse eu não teria conseguido, por ter ficado de certa forma engatada junto a ele. Nada seria capaz de descrever aquele momento, do qual eu entendi o verdadeiro sentido do que é ser uma cadela, e tudo que queria naquele momento era cruzar e ser fecundada por aquele macho.

Como tudo que é bom dura pouco, depois de encher a sua fêmea de porra e terminar seu dever de macho, ele começou a ficar inquieto tentando se desengatar, e nessa hora eu senti uma dor que parecia que a minha buceta ia rasgar ao meio. É até difícil explicar porque doía, mas ao mesmo tempo proporcionava uma sensação de prazer deliciosa. Apesar da dor, me mantive firme servindo ao meu macho reprodutor, e ficaria ali quietinha acolhendo seu instrumento de prazer o quanto fosse necessário. Eu estava completamente entregue e envolvida naquela luxúria interespécie que nem lembrava que tinha família, e que eles poderiam chegar a qualquer momento e me pegar debaixo de um cachorro gozando feito uma cadelinha no cio. Pensamento esse que me fazia ficar com mais tesão ainda.
Enquanto ele forçava um pouco mais o desengate, eu continuava sentindo jatos de porra a me inundar por dentro. Meu novo amante canino me fez de cadela durante alguns minutos, e quando terminou de inseminar sua fêmea tentou de vez se soltar quase me arrastando junto com ele. Em meio aos meus gritos abafados pelo lençol ele conseguiu se desengatar de mim. Foi maravilhosa a sensação daquela coisa se desprendendo fazendo um barulhinho bem peculiar, seguido por um enorme vazio dentro de mim e uma cachoeira de porra a jorrar. Depois disso meu macho reprodutor ficou quietinho de um lado lambendo seu enorme cacete todo melado misturado com meu suco, e eu do outro lado toda arregaçada com a minha buceta vazando porra que escorria coxa abaixo. Ainda meio tonteada de prazer depois da surra de piroca que tinha levado, soltei o cachorro no quintal, guardei tudo, e coloquei o lençol todo molhado com cheiro de pecado na maquina de lavar. Enquanto tomava banho podia sentir a minha buceta se fechando lentamente, que ainda continuava a escorrer porra dela.

Isso que eu acabei de contar foi a minha primeira experiência com zoofilia, porém não foi a última, afinal, depois daquilo eu não conseguiria mais evitar o nosso próprio cachorro dentro de casa, ou então fingir que nada daquilo aconteceu. Meu marido nunca soube ou desconfiou de nada até hoje, só do meu apetite sexual multiplicado, mas obviamente nunca reclamou disso. Eu nunca contei o que faço com o nosso cachorro para ele, e acho que nunca vou contar. Isso é um segredo só meu e do cachorro, e como cachorros não falam, se depender de mim pretendo que ele não saiba nunca.
Não vou negar que no início eu me sentia bastante culpada pelo que fazia, mas depois de algumas sessões de terapia cheguei a conclusão de que isso se tratava de uma necessidade quase que fisiológica minha, e nada que eu fizesse com o nosso cachorro iria me fazer menos mãe ou esposa.

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